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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Punho de Ferro - Crítica.


Eu com toda a certeza devo ser a última pessoa á escrever
uma crítica de Punho de Ferro, agora á praticamente
um mês depois que a serie estreou.

Bem, infelizmente a vida andou meio corrida
e só agora arranjei tempo pra falar
da última serie solo Marvel-Netflix antes
dos Defensores.


Mas antes de falar da série, eu vou falar
um pouco do que esse personagem representa pra mim.








Herói Marcial

(Já chegou mostrando á que veio.)

Eu já disse isso aqui no blog, mas acho que vale a pena
repetir, eu sempre tive um grande fascínio por histórias
com artes marciais.

Eu cresci assistindo Dragon Ball e filmes
do Van Damme e jogando Street Fighter,
Mortal Kombat e The King of Fighters.

Ou seja sempre gostei de histórias com porrada.

E o Punho de Ferro é pra mim, o herói da Marvel
que representa melhor isso.

Eu sempre imaginei como seria uma versão
live-action do Punho.

Mais de uma vez imaginei um filme de origem do
herói.

Por isso quando a Marvel e a Netflix anunciaram
que fariam uma série dele, eu pirei.

Não era um filme, mas mesmo assim o meu
sonho de ver o Punho de Ferro em carne e osso
se tornaria realidade.

Mas será que a realidade conseguiu
se igualar ao sonho ?

E o que vamos analisar.






Não era bem isso o que eu esperava


Bem antes de Punho de Ferro tivemos outras
três series:
Demolidor(já com duas temporadas), 
Jessica Jones e Luke Cage.

A serie do Demônio de Hell Kitchen
se mostrou excelente nas duas temporadas
e o mesmo pode ser dito de Jessica Jones.

Já Luke Cage, deu algumas derrapadas
e tem episódios bem chatinhos, mesmo
assim, se mostrou uma boa serie no final
e Punho de Ferro, manteve o nível de suas
"irmãs"?

Bem, mais ou menos.

Das quatro series Punho de Ferro é com 
certeza a mais fraquinha, mas sinceramente
não chega á ser ruim de verdade, só é
bem...diferente das HQs.




As diferenças começam com a escolha
de Finn Jones para o papel de Danny
Rand.

Jones na minha opinião, não tem cara de Punho de Ferro
e o fato dele passar a serie toda de barba(característica 
que o personagem não tem nas HQS) aumentou ainda mais
a estranheza.

A verdade é que depois de um tempo, nós
acabamos nos acostumando com ele.

Outra coisa que incomoda...

ATENÇÃO ISSO PODE SER CONSIDERADO
SPOILER PRA QUEM AINDA NÃO ASSISTIU.

E que o Danny não usa seu uniforme
das HQs.

E verdade que o Demolidor passou a sua primeira temporada
praticamente inteira sem usar, só aparecendo a roupa
no último episódio, mas em Punho de Ferro não
tem o mínimo esforço pra ele usar a roupa.

Espero que isso mude no futuro.





Tá falei bastante da caracterização, mas e o enrendo ?

A serie adapta o roteiro das primeiras histórias
do herói, com ele tentando retomar a empresa
de sua família, após passar muitos
anos em Kun Lun, uma cidade mística
em outra dimensão.

Várias modificações foram feitas para
a história ficar mais condizente com os dias
atuais.

Bem, apesar de não achar a história ruim,
acho que poderia ter ficado bem melhor.




Em relação aos demais personagens da série:

Colleen Wing (Jessica Henwick)
se destaca sendo praticamente a co-protagonista
ao lado de Danny e por vezes se mostra
uma personagem ainda mais interessante que ele.

A família Meachum com
o psicótico pai
Harold(David Wenham)
e os ambíguos filhos 
Ward(Tom Pelphrey) e
Joy(Jessica Stroup)
se mostram personagens bem interessantes.

Davos(Sacha Dhawan)
o "amigo" de Danny também ficou muito bem,
além do vilão Bakuto(Ramón Rodríguez)
que funciona.


O seriado ainda conta com a participação
de outros personagens das demais series
como a Madame Gao(Wai Ching Ho)
personagem de grande importância na serie.

A advogada fria Jeri Hogarth(Carrie-Anne Moss)
e a "Nick Fury" da Netflix, a melhor
amiga do heróis urbanos Claire Temple(Rosario Dawson).





E as partes que deveriam pelo menos ao meu ver, ser o foco principal
da série, o miticismo e lutas são bem representadas ?

Hum...não.

O lado místico é praticamente nulo.

Kun Lun mal aparece e de Shou Lao
o dragão imortal que dá poder aos
Punhos de Ferro, só vemos os olhos.

O próprio Punho que dá nome ao personagem
tem um efeito bem mais ou menos.


Das cenas de lutas, poucas se destacam
e enquanto as demais tem coreografias
bem monótonas.

Pra efeito de comparação, as lutas
de Demolidor, são muito melhores.






Finalizando.

Você deve achar que eu odiei a serie não é ?

Na verdade não, eu não odiei.

É verdade que esperava algo diferente, mas
a serie consegue cumprir o pouco
o seu propósito.

Agora é esperar pela união
de dos quatro heróis em
Defensores e por uma possível
segunda temporada.


Até.




Titulo: Marvel's Iron Fist
(Punho de Ferro)

Ano: 2017

Produção:
Alan Fine, Stan Lee,
Jeph Loeb, Joe Quesada
e Scott Buck.

Elenco:
Finn Jones, Jessica Henwick,
David Wenham, Tom Pelphrey,
Jessica Stroup, Sacha Dhawan,
Ramón Rodríguez, Wai Ching Ho,
Carrie-Anne Moss, Rosario Dawson,
entre outros.


Nota: 6/10.



























sábado, 8 de abril de 2017

Ghost in The Shell - Crítica.


(Para ler ouvindo Making of Cyborg.)



Hollywood e animes é uma combinação
que até o momento não tinha dado
um bom resultado.

Os poucos filmes baseados em animações
nipônicas produzidos pelos americanos, foram
desastrosos ou pouco expressivos.


Alguns exemplos é o horrível 
Dragonball Evolution e o fraco
Speed Racer.


Depois disso, foram poucas as tentativas
e limitadas á obras não
tão famosas, como
o No Limite do Amanhã,
estrelado por Tom Cruise e
adaptação da Light Novel
All You Need Is Kill.


Mas agora resolveram ser mais
ousados e fazer um filme
baseado em Ghost in The Shell
uma das franquias de animangá mais
famosas do mundo.

Acho que vale á pena falar
um pouco do que é Ghost in The Shell.






Cyberpunk na veia.


Criado por Masamune Shirow
Ghost in The Shell surgiu como
mangá nos final dos anos 80.

A história se passa em um futuro aonde
a humanidade se utiliza da tecnologia
para aperfeiçoarem os seus corpos.

A Major Motoko Kusanagi, passou
por tantas mudanças que apenas
a sua mente ainda seria humana
ou seja, um fantasma dentro da máquina.


A popularidade da franquia veio
em 1995 com o lançamento do filme
animado.

O longa trazia questões filosóficas sobre
a alma e o uso da tecnologia e junto
com suas incríveis cenas de ação e 
animação muito boa, fizeram dele 
um clássico, comparado ao
Akira de Katsuhiro Otomo.


É por isso que muitos ficaram apreensivos,
quando foi anunciado a adaptação live-action
da obra e chegou a hora de falar
dela.





A história.



A versão live-action adapta muito bem o
enrendo do anime de 1995, fazendo claro
as mudanças necessárias para
o longa funcionar melhor.

E o melhor, a história não te cansa
em nenhum momento, te deixando
interessado até os créditos finais.








Visual fiel.


Uma das principais reclamações foi a escolha
de Scarlett Johansson, uma atriz ocidental para
viver a Major, uma personagem oriental, porém seu
visual no filme é idêntico ao mangá e anime, o que
pra mim anula reclamações.
(Além do que, o filme explica a mudança de etnia)

Outros personagens, como o parceiro
da Major, o Batou  também se parecem
bastante com suas versões animadas.


O filme ainda inclui cenas que refazem
quase quadro-a-quadro sequências
do longa de 95 e essas cenas
ficaram lindas.






A ação.


Bem, se você está acostumado á ver filmes
cheios de tiroteio e lutas até á cada cinco
minutos, pode ficar um pouco desapontado.

Ghost in The Shell tem uma boa quantidade
de cenas de ação e são todas muito boas, mas
o foco do filme, acaba não sendo isso
e pra mim isso é ótimo.








A questão filosófica 


Como o filme original, é abordado o uso
extremo da tecnologia e o conceito de alma, porém
não de maneira tão aprofundada, mas se faz presente
e isso é bom.









O que o futuro reserva para 
Ghost in The Shell ?


E pra finalizar o artigo, qual será o futuro
de Ghost in The Shell em Hollywood ?

O filme é bom, uma adaptação digna 
e um bom filme por si só, mas ao
que parece o público em geral
não está se interessando por ele.

Espero que isso não desanime
o estúdio á fazer uma sequência
do mesmo, pois com certeza
Ghost in The Shell tem potencial
para ter um futuro muito menos
sombrio do que ele retrata.





Título: Ghost in The Shell.
(A Vigilante do Amanhã: Ghost in The Shell.)

Ano: 2017.

Direção: Rupert Sanders.

Roteiro: Jonathan Herman e Jamie Moss.


Elenco: Scarlett Johansson, Pilou Asbaek,
Takeshi Kitano, Juliette Binoche,
Michael Pitt, Chin Han, entre outros.


Nota: 8/10.





























sexta-feira, 7 de abril de 2017

Personagens Gatas Especial - As Queridinhas da Galera.


Hoje é dia de mais 
uma postagem especial na 
seção Personagens Gatas.

Hoje falarei, daquelas personagens
que ultimamente se tornaram as
queridinhas da galera.

As personagens que vejo
mulheres querendo ser iguais
e que os homens babam iguais
á bobos.

Sim.

Elegi as seis personagens das quais 
mais vejo, a galera pirando e são elas:




6 - Laura Matsuda



Desde a sua primeira imagem de divulgação, a brasileira
do novo Street Fighter conquistou vários fãs.

É verdade, que ela se envolveu na polêmica 
do seu visual, mas isso só fez que a popularidade
dela aumentasse.

Desde então é uma das personagens mais desejadas
pelos gamers sedentários que não conseguiriam
ficar com uma mulher real, nem se suas vidas
dependessem disso (como é o meu caso.)







5 - Viúva Negra


A Viúva Negra já mexia com a cabeça dos leitores
de HQs, depois que escolheram
ninguém mais, ninguém menos que a 
Scarlett Johansson pra interpreta-la no cinema
é que o negócio endoidou de vez.

Desde sua primeira aparição lá
no Homem de Ferro 2,
a versão de Natasha Romanoff
vivida por Johansson vem provocado
desejos nos marmanjos e se
depender da Marvel vai
continuar á fazer isso por um bom tempo.









4 - Supergirl


A Supergirl é outra personagem que
sempre mexeu com os moleques
desde seu surgimento.

Quem não gostaria de namorar com
uma Super Moça ?

A sua versão nas HQs já deixou
muito moleque interessado, mas
foram as live-action que deixou
geral doido mesmo.


Nos anos 80, Helen Slater
fez compensar a agonia
de assistir ao filme
da heroína e nos anos
2000 foi a vez da
aos nossos olhos em 
Smallville.

Agora é a vez da 
linda Melissa Benoist
nos encantar.

A sua versão de Supergirl
já se tornou a favorita da
maioria e deve ficar assim.








3- Mulher-Maravilha


Quando se fala de personagens femininas que mexem
como os homens, não tem como não citar
a Mulher-Maravilha.

Ela é campeã nisso.

Praticamente todas as suas versões das
HQs, desenhos, games e claro as
live-action deixaram algum
moleque gamado.

Falando das versões em carne
e osso, Lynda Carter é pra
Mulher-Maravilha o que pra mim
(e pra muitos)o
que o Christopher Reeve
foi para o Superman.

Não importa quantas versões tenham,
ela sempre será lembrada.

Outra versão
foi a da série cancelada de 2011

Eles até que tentaram...
mas não, não deu.

E finalmente a Mulher-Maravilha
atual, a bela Gal Gadot.

Quando a anunciaram como
a nova Mulher-Maravilha, a maioria
torceu o nariz(incluindo eu).

Mas depois que Batman versus Superman
saiu, tudo mudou.

Gadot é uma princesa de Themyscira convincente
e ficou simplesmente linda.

Agora a maioria ama a atriz no
papel(eu incluso.)


Ela é a minha favorita da lista, mas como
estou me baseando nos gostos da galera
ela não podê ficar com o primeiro lugar.

Bem, vamos em frente.







2- Arlequina



É, a louca namorada do Coringa, nunca foi tão popular.

Pra todo lugar que se olha, tem uma fã da Arlequina
hoje em dia.

O quê um filme não faz em ?!

Margot Robbie ficou linda no papel e
é uma das melhores coisas de Esquadrão
Suicida.


Vamos logo pra musa
número um hoje em dia.









1- Rey




É, quem diria em ?
A favorita do pessoal é a nova protagonista
da maior saga espacial de todos os tempos,
a misteriosa Rey.

Interpretada pela bela
e simpática Daisy Ridley,
Rey é uma poderosa usuária
da Força e logo se tornou
uma das melhores personagens
da saga, conquistando
inúmeros fãs e também provocando
paixões.


Ao que parece nossa eterna
musa Carrie Fisher
ganhou uma substituta
á altura.




Valeu Galera,
espero que gostem desse post.









































sábado, 25 de março de 2017

Power Rangers - Crítica.


Em 1975 é lançada no Japão,
a primeira série Super Sentai.

De criação de 
Shotaro Ishinomori 
(também criador de Kamen Rider)
Himitsu Sentai Goranger
deu início há uma franquia que
dura até hoje.

Algumas dessas series chegaram
ao Brasil é fizeram a alegria
das crianças, como foi o caso
de Changeman e Flashman.


Porém em 1993, 
o produtor de TV,
Haim Saban resolveu criar
uma versão americana dos
Super Sentai e assim nasceu
Might Morphin Power Rangers.


De lá pra cá, tiveram muitas séries
(e até filmes) e agora
chegou a hora dos Rangers renascerem
com um novo filme, bem diferente de tudo 
o que já foi feito na franquia antes.


É hora de Morfar.



(Stark Rangers)


Já havia algum tempo, que as pessoas
tinham a ideia de fazer uma versão
mais séria dos Rangers.

Os próprios Sabam e 
Jason Frank(o eterno Ranger Verde/Branco)
soltaram que eles poderiam está
fazendo isso, há alguns anos.

Depois vieram os fan filmes com
pegadas mais sombrias e que agradaram
a maioria.

E então não deu outra, um
filme oficial foi anunciado.

E então, qual é a pegada
do filme ?

Ele é uma homagem á
série ?

E o principal:
O filme é bom ?

É, o que vamos descobrir.



(Clube dos Cinco)


O estilo do filme é um misto.

Ele é bem mais sério que qualquer 
temporada de Power Rangers, mas
não chega á ser sombrio(tá, só um pouco)

Na verdade a pegada do filme, é parecida
com um filme de super-herói atual.
Ele poderia muito bem, se passar por um filme
da Marvel ou da DC.



O filme homenageia sim a série, 
porém melhora pontos nela
que deixavam á desejar.

Os buracos na história original
de quem são Zordon e
Rita Repulsa ganham boas
explicações e os próprios Rangers
melhoram bastante e agora
parecem com adolescentes reais.

Esse era um dos problemas da série, 
todos os Rangers eram
perfeitos.

Eles não tinham falhas de caráter, não eram
imaturos e nem nada disso, no filme não, tudo mudou.

Jason(Dacre Montgomery) é um ex-jogador
promissor de Futebol Americano da escola, que se
tornou um garoto problema, pressionado pelo pai.

Kimberly(Naomi Scott) é uma menina
fútil e egoísta, que viu o que havia
se tornado e não gostou.

Trini(Becky G) é anti-social e
tem problemas de relacionamento com
a família.


Billy(RJ Cyler) é o típico Nerd
solitário.


E por fim Zack(Ludi Lin)
é um cara que se faz de machão
pra esconder a frustração que sente
por causa da doença de sua mãe.


Todos se parecem com pessoas reais, que
tem problemas reais e isso é muito bom.

Tá e os outros personagens ?

O Zordon de
Bryan Crasnton é
bem interessante,
a Rita Repulsa de
Elizabeth Banks
é assustadora e
o Alpha 5 de
Bill Hader ficou
menos irritante que o original
e isso é uma melhora também.



(Magia ?)


Outra coisa legal no longa
são as referencias as outras
obras, como as mais
óbvias que são a série
original, os Super Sentai, Marvel, DC e o clássico
filme dos anos 80, Clube dos Cinco,
até as mais obscuras.


Bem, mas o filme não só tem coisas boas.

O primeiro é um problema no tom.

As vezes ele beira o sombrio,
noutras parece um filme mais
tranquilo.

Acho que eles deveriam ter conseguido
um equilíbrio melhor.


Segundo problema: Não tem muitas cenas de ação.

Sim, elas são poucas, mas pelo menos
são muito boas, o que compensa,
acredito eu.




Bem, acho que não tem porque me
alongar mais.

O filme é bom, é divertido
e vale muito á pena assistir.

Espero realmente que esse seja
o início de uma nova franquia 
nos cinemas.

(Ah e tem cena entre os créditos.)


Agora se me dão licença,
eu vou ali pegar o meu morfador.





MORPHENOMENAL !!!






Título: Power Rangers.

Ano: 2017.

Direção: Dean Israelite.

Roteiro: John Gatis, Matt Sazama,
Burk Sharpless, Michele Mulroney
e Kieran Mulroney.


Elenco: 
Dacre Montgomey, Naomi Scott,
Becky G, RJ Cyler, Ludi Lin,
Bryan Crasnton, Elizabeth Banks,
Bill Hader, entre outros.



Nota: 8/10.












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