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sábado, 13 de maio de 2017

Alien Covenant: Crítica.


De todos os monstros
terríveis que a ficção já concebeu, o mais
fascinante pra mim sempre foi o Xenomorfo.

Na infância e pré-adolescência eu morria
de medo dele, mas com o passar
dos anos, o medo virou fascínio
 e eu me tornei um fã da franquia
Alien.

Assisti aos quatro longas, os tenebrosos crossovers
com o Predador e claro, ao derivado
Prometheus.


E claro, quando Alien Covenant foi anunciado
eu também tinha que conferir.


Veremos se o retorno
dos mais terríveis alienígenas
do cinema é bom ou não.







Prometheus parte 2 ?



A história do longa se passa
dez anos após Prometheus e ao
contrário do filme anterior aonde
os tripulantes estavam atrás
das origens da humanidade, aqui
a busca é pelo futuro da mesma
já que Covenant é uma nave colonizadora
que está em viagem a um distante planeta
com possíveis condições de vida
favoráveis aos humanos.

Porém eles recebem um estranho
sinal vindo de um mundo mais próximo
e resolvem ir lá para investigar e 
aí que as coisas desandam.






(Tá saindo das costas o monstro.)

Covenant tem uma premissa interessante
mas a sua execução não é tão boa.

Os personagens são muito mal
desenvolvidos, com exceção
apenas da protagonista 
Daniels(Katherine Waterston)
e dos androides Walter e David
ambos vividos por Michael Fassbender.

A trama e meio parada e demora
pra engatar e por vezes
o longa parece uma mistura
de Oitavo Passageiro, o Resgaste 
e Prometheus, fazendo com o
ele não tenha uma identidade própria.






(Olha o monstrão aí.)


O Alien propriamente dito demora pra
aparecer e as cenas
de mortes apesar de grotescas
ficam bem genéricas.


O longa até dá alguma tensão,
mas nada do nível claustrofóbico
dos anteriores.



Finalizando, Covenant
tem os seus bons momentos,
mas não se sustenta bem no final das contas.

Resta saber se no futuro, as coisas
serão melhores para
o Ridley Scott e suas
criaturas.








Título: Alien Covenant.

Ano: 2017.

Direção: Ridley Scott.

Roteiro: John Logan.


Elenco: Katherine Waterston,
Michael Fassbender, Danny McBride,
Billy Crudup, Carmen Ejogo, 
James Franco, Guy Pearce, 
Noomi Rapace, entre outros.


Nota: 6/10.



















Os Guardiões - Crítica.


Quando se fala em filmes de super-heróis, a primeira
coisa que vem á mente da maioria das pessoas
são as mega-produções estreladas pelos
ícones da Marvel e DC.

Porém os russos, querem mudar isso e pra isso
uniram esforços para produzir o seu primeiro
filme de super-heróis.

E agora vamos analisar se
o resultado foi favorável ou não.





Ao contrário da maioria dos filmes do gênero, Guardiões não
adapta personagens originários das HQs e sim os criou exclusivamente
para o cinema.
(Bem, até aonde eu sei, é isso.)

Ou seja, a história é original e não uma adaptação.

Bem, a história em questão se passa logicamente na Rússia
nos dias atuais.

Um cientista meta-humano chamado August Kuratov (Stanislav Shirin)
que tem a capacidade de controlar máquinas, se tornou uma ameaça mundial.

Para detê-lo uma organização secreta do governo chamada Patriot, resolve
reunir os Guardiões, humanos que foram modificados geneticamente por
August no passado, são eles: 






Ler - Landman


Até aonde pude notar ele é o líder do grupo.

Ler tem habilidade de controlar a terra e rochas e usa-las para
criar uma espécie de armadura de pedra(isso não me parece muito funcional.)
Perto do final do filme, ele ganha um upgrade, conseguindo usar um...
chicote de pedras ?! (WTF ?)


Antes de ser convocado para a missão, ele vivia isolado
em uma igreja afastada atuando como padre.

Ler é vivido pelo ator Sebastien Sisak.







Xenia Waterwoman


Vivida por Alina LaNina, Xenia é a representante
do sexo feminino na equipe.

Ela consegue transformar o seu corpo em água
e assim ficar invisível.(Sue Storm versão russa.)

Como o seu amigo Ler, Xenia ganha
perto do final do filme a habilidade extra
de fazer objetos e outras pessoas
também ficarem invisíveis através do toque.







Khan Windman


Eu fiquei confuso sobre os poderes desse 
ninja russo(seria ele parente do Strider Hiryu ?)

Não sei bem se ele é capaz de se teleportar ou
se tem super-velocidade.
(Estou mais inclinado para a primeira hipótese.)


Ao contrário de seus companheiros de equipe
Khan não muda tanto no fim do
filme, só o visual que passa á se  parecer
com uma versão alternativa do 
Soldado Invernal.
(O que faz muito sentido.)

Khan é interpretado por
Sanzhar Madiev.






Ursus Wildman


De longe é o  personagem mais chamativo da equipe.
Ursus tem a capacidade de se transformar em um
ser metade homem e metade urso, coisa que é bem
legal.

Como os seus companheiros, Ursus ganha
melhorias no fim do filme.


Ele passa á carregar uma metralhadora nos
ombros e a ser transformar em um urso
por completo.

Anton Pampushnyy interpreta o personagem.






Bem agora que já sabemos quem são
os heróis, é hora de falar da história do filme.








Um cientista louco chamado 
August Kuratov 
se tornou um meta-humano com a capacidade
de controlar aparelhos eletrônicos e pretende
dominar o mundo com essa habilidade.

Para detê-lo Elena Larina ( Valeriya Shkirando) a chefe de uma divisão secreta do
governo chamada Patriot, convoca os quatro super seres
citados acima para formar os Guardiões.

E é isso...
essa é basicamente a história do filme.

Apesar da premissa ser interessante o resultado
final não é nem um pouco.


Hora de falar o porque.





Roteiro


A história do filme é fraca e mal desenvolvida.

Os Guardiões foram todos frutos de experiencias proibidas
feitas pelo vilão e todos eles tem seus traumas:

Ler perdeu a toda a família, Xenia tem amnésia,
Khan matou acidentalmente o próprio irmão e 
Ursus teme perder sua humanidade.

Apesar de interessante, esses traumas não
são explorados pra valer e ficam
parecendo apenas tentativas frustadas 
de dá profundidade aos personagens.

Outro é como a equipe é formada, eles
são facilmente convencidos á ajudar.

Outro ponto negativo é que o vilão tem um plano
sem sentido algum.

E o final é terrível, com uma solução
para derrotar o vilão, que é
simplesmente ridícula.







Cenas de ação e efeitos especias.



O filme tem até uma boa quantidade de cenas
de ação, porém nenhuma delas muito impactantes
e todas meio genéricas.

Você as ver e diz: "Já vi isso antes, em algum lugar."

Em relação os efeitos,
eles variam de bons á razoáveis.

Tem cenas muito bem feitas, outras nem tanto.




Erros.



Além dos já citados problemas no roteiro
e mal desenvolvimento dos personagens, o filme conta com
outros problemas como
interpretação fraquíssima do elenco e até mesmo
erros de continuidade.

Como já disse acima, perto do final
do filme, o Ursus se torna
um urso por inteiro e suas
calças vão pro espaço.

Até aí tudo bem, o problema
ocorre quando ele volta á ser humano.

Ele simplesmente aparece de calça de novo
sem ter nenhuma explicação de onde ela veio.


Eles poderiam ter feito uma cena com
ele pegando outra calça, de uma inimigo
ou um de seus companheiros de equipe
arrumando uma pra ele.

Você pode até dizer que é uma besteira,
mas toda a vez que lembro disso, penso
que as calças desse cara devem ter
fator de cura.







Não foi dessa vez.


É, apesar da boa iniciativa
dos russos, não foi
dessa vez que eles conseguiram fazer um bom
filme de super-heróis.

Mas acredito que eles não devam
desanimar.

É tentando que se consegue as coisas.








Título: Zaschitniki.
(Os Guardiões.)

Ano: 2017.

Direção: Sarik Andreasyan.

Roteiro: Andrei Gavrilov.


Elenco: Sebastien Sisak,
Alina LaNina, Sanzhar Madiev,
Anton Pampushnyy, 
Stanislav Shirin, Valeriya Shkirando
entre outros.



Nota: 4/10.


















































sábado, 6 de maio de 2017

Coisas Que Marcaram a Minha Vida - Tom & Jerry.



Olá meus amigos nostálgicos, sejam bem-vindos
á mais um Coisas que marcaram a minha vida.

No post de hoje, falarei de um dos
desenhos mais marcantes da minha infância.

O Clássico Tom & Jerry.




Antes de mais nada uma coisa precisa 
ser dita:

William Hanna e Joseph Barbera eram
gênios.


Os dois cartunistas visionários, criaram um verdadeiro
universo habitado pelos mais diversos e carismáticos
personagens que alegraram a infância de várias crianças
ao redor do mundo, por gerações.


A produtora lançou vários
sucessos como:
Scooby Doo, Jonny Quest, os Flinstones,
os Jetsons, Space Ghost, Manda-Chuva
entre vários outros clássicos.


E um dos maiores, foi o sensacional
Tom & Jerry.


A história sobre o gato e o rato que vivem tentando
se matar, mas no fundo se gostam, conquistou
gerações.

E claro, também marcou a minha infância.




Nesse post falarei um pouco
de como esse desenho me
fascinou na infância.



(Que época boa, a que não existia mimimi.)


Acho que as crianças de hoje em dia não
sabem o que é acordar cedo, pra assistir 
um desenho.
(Cara falei como um velho agora.)

Pois bem, era isso que eu fazia.

Quando estudava á tarde acordava cedo
para assistir Tom & Jerry no SBT, que
passava as Sete da manhã.

Hoje só acordo cedo obrigado mesmo.


Quando passei a estudar de tarde não
dava pra ver o desenho, mas felizmente o
SBT começou á passar á ele
no início da tarde também,

Então eu corria da escola pra casa,
pra assistir.


Foram manhãs(ou tardes) divertidas
da minha infância, aonde eu me divertia
vendo um rato ferrar com a vida de um gato.

No post de hoje falarei
de alguns de meus episódios
favoritos do clássico da Hanna-Barbera.

Vamos nessa.

(Eu não me lembro dos nomes dos episódios
e não achei em lugar nenhum um guia, por isso
me desculpem, se eu cometer uns erros.)



Jerry Fantasma


Nesse episódio, Tom acredita que Jerry morreu, mas
o ratinho sobreviveu e resolveu pregar uma peça
no gato, fingindo ser um fantasma.




Tom & Jerry no faroeste.


Outro episódio que gosto bastante.

Nesse Tom dá uma de cowboy e 
judia do Jerry, até claro, o ratinho dá
um jeito de se vingar.






O Rato Atômico


Mas um episódio bem engraçado.

Um rato branco de laboratório se 
torna uma ameaça atômica
e Jerry resolve se passar por ele
pra assustar o Tom.





Tom no céu(ou no inferno)


É um dos meus episódios favoritos.

Tom morreu, mas pra entrar no céu
e necessário que ele consiga o perdão
do Jerry, se não o gato vai
passar a eternidade bem quentinho.

É engraçado ver o Tom tentando convencer
o Jerry á ajudá-lo e no final descobrimos
que tudo não passou de um sonho do gato.


Ah e esse episódio tem uma cena
que passava despercebida pra mim
na infância, mas hoje em dia vejo
que ela é uma crítica á
crueldade com animais.








Tom Pianista.


Nesse, Tom é um pianista
que tem sua apresentação atrapalhada por
Jerry.





Tom & Jerry na praia.


Um dos mais engraçados é esse, aonde
Tom começa azucrinando Jerry, mas
depois o rato tem sua vingança.






Tom, Jerry e os canibais.


Esse é um dos episódios mais polêmicos hoje em dia.

Nele, Tom & Jerry vão parar em uma ilha
cheia de canibais.









Tom depressivo.


Outro episódio considerado polêmico hoje em dia.

Tom e rejeitado por uma gatinha e acha que sua vida
não tem mais sentido, por isso
ele resolve se suicidar, sentando na linha do trem
e esperando pela morte.


Jerry passa o episódio inteiro tentando ajudar
o Tom, mas o final não é feliz.






Bem são esses os episódios que lembrei
que mais gosto, mas é evidente que
existe muitos outros.


Mesmo quando estiver velho, ainda gostarei
de assistir esse desenho.

Bem, acho que vou terminar por aqui.

Até a próxima.

































sábado, 29 de abril de 2017

Os Guardiões da Galáxia - Vol. 2 - Crítica.

(Para ler ouvindo Father and Son - Cat Stevens.)


Desdo seu início o Marvel Studios vem se arriscado
á levar personagens não tão populares de suas HQs
para o cinema.

Homem de Ferro, Thor, Homem-Formiga
 e Doutor Estranho, são exemplos
de personagens que eram conhecidos
por leitores de HQs, mas nada conhecidos
pelo público leigo e isso mudou depois dos filmes.

Com os Guardiões da Galáxia era diferente,
pois mesmo entre os leitores, a equipe era obscura.

O que mudou em 2014, com o lançamento de seu primeiro filme.

Sob a direção do competente James Gunn, o longa
conquistou a maior parte do público e hoje
a maioria das pessoas sabem quem são
Groot e Rocket, por exemplo.

Com o sucesso do primeiro longa, era natural que
acontecesse uma sequencia e felizmente foi o que ocorreu.

E agora vamos saber se esse segundo filme
é tão bom quanto o primeiro.





O longa começa praticamente do mesmo ponto aonde
acabou o anterior.

Agora os Guardiões usam suas habilidades para
conter ameaças pela galáxia e estão indo bem com isso,
até que os problemas começam quando um
homem chamado Ego (Kurt Russell ) alega ser
o verdadeiro pai do Peter Quill.





E é sobre isso que a história gira:
Pais e filhos, irmãos, família.

Mesmo com todas as piadas, o filme
ainda consegue passar uma mensagem mais 
seria de uma forma muito boa.

Mesmo sendo inegavelmente um pipocão.
o longa o fará refletir quando acabar.





Por falar em piadas, o Groot está mais engraçado do
que nunca em sua forma bebê e depois dele
é o Drax que protagoniza várias das cenas
cômicas.

A ação também não deixa nada a desejar
e temos sequências bem impactantes.



O elenco "veterano" manda muito bem, por estarem
mais a vontade com os seus papéis que no primeiro
longa e os novatos também estão incríveis.

Outro ponto alto do filme são as participações
mais que especiais de Sylvester Stallone e 
David Hasselhoff.


Finalizando, sim o filme é
tão bom quanto o primeiro
e o torço para que
a terceira parte não demore.





Título: Guardians of The Galaxy Vol. 2.
(Os Guardiões da Galáxia Vol. 2.)

Ano: 2017.

Direção:  James Gunn.

Roteiro:  James Gunn.


Elenco: Chris Pratt, Zoe Saldana,
Dave Bautista, Vin Diesel, 
Bradley Cooper, Michael Rooker,
Karen Gillian, Pom Klementieff,
Kurt Russell, Elizabeth Debicki,
Sylvester Stallone, Michael Rosenbaum,
David Hasselhoff, entre outros.

Nota: 8/10











quarta-feira, 12 de abril de 2017

Punho de Ferro - Crítica.


Eu com toda a certeza devo ser a última pessoa á escrever
uma crítica de Punho de Ferro, agora á praticamente
um mês depois que a serie estreou.

Bem, infelizmente a vida andou meio corrida
e só agora arranjei tempo pra falar
da última serie solo Marvel-Netflix antes
dos Defensores.


Mas antes de falar da série, eu vou falar
um pouco do que esse personagem representa pra mim.








Herói Marcial

(Já chegou mostrando á que veio.)

Eu já disse isso aqui no blog, mas acho que vale a pena
repetir, eu sempre tive um grande fascínio por histórias
com artes marciais.

Eu cresci assistindo Dragon Ball e filmes
do Van Damme e jogando Street Fighter,
Mortal Kombat e The King of Fighters.

Ou seja sempre gostei de histórias com porrada.

E o Punho de Ferro é pra mim, o herói da Marvel
que representa melhor isso.

Eu sempre imaginei como seria uma versão
live-action do Punho.

Mais de uma vez imaginei um filme de origem do
herói.

Por isso quando a Marvel e a Netflix anunciaram
que fariam uma série dele, eu pirei.

Não era um filme, mas mesmo assim o meu
sonho de ver o Punho de Ferro em carne e osso
se tornaria realidade.

Mas será que a realidade conseguiu
se igualar ao sonho ?

E o que vamos analisar.






Não era bem isso o que eu esperava


Bem antes de Punho de Ferro tivemos outras
três series:
Demolidor(já com duas temporadas), 
Jessica Jones e Luke Cage.

A serie do Demônio de Hell Kitchen
se mostrou excelente nas duas temporadas
e o mesmo pode ser dito de Jessica Jones.

Já Luke Cage, deu algumas derrapadas
e tem episódios bem chatinhos, mesmo
assim, se mostrou uma boa serie no final
e Punho de Ferro, manteve o nível de suas
"irmãs"?

Bem, mais ou menos.

Das quatro series Punho de Ferro é com 
certeza a mais fraquinha, mas sinceramente
não chega á ser ruim de verdade, só é
bem...diferente das HQs.




As diferenças começam com a escolha
de Finn Jones para o papel de Danny
Rand.

Jones na minha opinião, não tem cara de Punho de Ferro
e o fato dele passar a serie toda de barba(característica 
que o personagem não tem nas HQS) aumentou ainda mais
a estranheza.

A verdade é que depois de um tempo, nós
acabamos nos acostumando com ele.

Outra coisa que incomoda...

ATENÇÃO ISSO PODE SER CONSIDERADO
SPOILER PRA QUEM AINDA NÃO ASSISTIU.

E que o Danny não usa seu uniforme
das HQs.

E verdade que o Demolidor passou a sua primeira temporada
praticamente inteira sem usar, só aparecendo a roupa
no último episódio, mas em Punho de Ferro não
tem o mínimo esforço pra ele usar a roupa.

Espero que isso mude no futuro.





Tá falei bastante da caracterização, mas e o enrendo ?

A serie adapta o roteiro das primeiras histórias
do herói, com ele tentando retomar a empresa
de sua família, após passar muitos
anos em Kun Lun, uma cidade mística
em outra dimensão.

Várias modificações foram feitas para
a história ficar mais condizente com os dias
atuais.

Bem, apesar de não achar a história ruim,
acho que poderia ter ficado bem melhor.




Em relação aos demais personagens da série:

Colleen Wing (Jessica Henwick)
se destaca sendo praticamente a co-protagonista
ao lado de Danny e por vezes se mostra
uma personagem ainda mais interessante que ele.

A família Meachum com
o psicótico pai
Harold(David Wenham)
e os ambíguos filhos 
Ward(Tom Pelphrey) e
Joy(Jessica Stroup)
se mostram personagens bem interessantes.

Davos(Sacha Dhawan)
o "amigo" de Danny também ficou muito bem,
além do vilão Bakuto(Ramón Rodríguez)
que funciona.


O seriado ainda conta com a participação
de outros personagens das demais series
como a Madame Gao(Wai Ching Ho)
personagem de grande importância na serie.

A advogada fria Jeri Hogarth(Carrie-Anne Moss)
e a "Nick Fury" da Netflix, a melhor
amiga do heróis urbanos Claire Temple(Rosario Dawson).





E as partes que deveriam pelo menos ao meu ver, ser o foco principal
da série, o miticismo e lutas são bem representadas ?

Hum...não.

O lado místico é praticamente nulo.

Kun Lun mal aparece e de Shou Lao
o dragão imortal que dá poder aos
Punhos de Ferro, só vemos os olhos.

O próprio Punho que dá nome ao personagem
tem um efeito bem mais ou menos.


Das cenas de lutas, poucas se destacam
e enquanto as demais tem coreografias
bem monótonas.

Pra efeito de comparação, as lutas
de Demolidor, são muito melhores.






Finalizando.

Você deve achar que eu odiei a serie não é ?

Na verdade não, eu não odiei.

É verdade que esperava algo diferente, mas
a serie consegue cumprir o pouco
o seu propósito.

Agora é esperar pela união
de dos quatro heróis em
Defensores e por uma possível
segunda temporada.


Até.




Titulo: Marvel's Iron Fist
(Punho de Ferro)

Ano: 2017

Produção:
Alan Fine, Stan Lee,
Jeph Loeb, Joe Quesada
e Scott Buck.

Elenco:
Finn Jones, Jessica Henwick,
David Wenham, Tom Pelphrey,
Jessica Stroup, Sacha Dhawan,
Ramón Rodríguez, Wai Ching Ho,
Carrie-Anne Moss, Rosario Dawson,
entre outros.


Nota: 6/10.



























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