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domingo, 15 de outubro de 2017

O Culto de Chucky: Crítica.


Sinceramente, quando 
Maldição de Chucky foi
lançado em 2013, eu fiquei com
o pé atrás, já que o Boneco Assassino
tinha amargado filmes bem meia-bocas
até ali.


Felizmente, aquele longa voltava as
origens da franquia.

Sangrento, cruel e sem aquele
humor escrachado que tirou 
a seriedade da obra.

Nesse ano, foi lançada
a mais nova sequência
do brinquedo encapetado.

Veremos se ela 
mantém o bom nível do anterior.







(Olha quem voltou.)



Nica Pierce (Fiona Dourif) acabou
recebendo a culpa pelos assassinatos
cometidos por Chucky (Brad Dourif)
no filme anterior e foi internada
em uma clínica para criminosos 
insanos.

Porém é evidente que Chucky irá
atrás dela, para atormentar a moça
e o único disposto á ajuda-la
é Andy Barclay (Alex Vincent).






(Você não viu nada ainda.)


Para a minha alegria, o Culto de Chucky,
mantém o bom nível do filme
anterior, tendo várias cenas sangrentas
e mortes horripilantes, além de desenvolver
bem os personagens.







(Tiffany também está de volta.)



Por o longa se passa em
um manicômio, seu lado
sombrio aumenta ainda mais,
fazendo que ele fica ainda mais
tenso que o anterior.

Já que Chucky, acaba não
sendo o único psicopata dali.






(Azar é apelido pra essa moça.)


Pra finalizar:

O Culto de Chucky é um bom filme,
com uma baita reviravolta no
final e claro, ganchos pra
mais uma sequência.


Espero que mantenha
a boa qualidade.






Título: O Culto de Chucky
(Cult of Chucky.)

Ano: 2017

Direção: Don Mancini.

Roteiro: Don Mancini.


Elenco: Fiona Dourif, Brad Dourif,
Alex Vincent, Jennifer Tilly,
Zak Santiago, Michael Terriault,
Summer H. Howell, Christine Elise,
entre outros.



Nota: 9/10



(Arte de Human Pin Cushion).
















sábado, 14 de outubro de 2017

Os Monstros da Universal: Filmes Incríveis Que Você Deveria Ver.


Muito antes de Jason Voorhees decapitar pessoas,
Samara Morgan ás matar usando um vídeo amaldiçoado e Jigsaw as torturar
de maneiras terríveis, outros monstros já aterrorizavam multidões nos cinemas.

Falo dos Lendários Monstros da Universal.



Durantes as décadas de 30, 40 e meados de 50, o estúdio foi
responsável por popularizar os filmes de monstros e criaturas sobrenaturais.

Nesse post falarei de alguns dos principais
filmes do estúdio e do como eles revolucionaram
a história do cinema.






Início Não Oficial


Ainda nos anos 20, a Universal se aventurou
no horror com dois filmes mudos,
fortemente influenciados pelo 
Expressionismo Alemão.

Os longas eram 
O Corcunda de Notre Dame de 1923
e o Fantasma da Ópera de 1925
ambos estrelados por Lon Chaney.

Apesar de beberem da fonte
do horror, esses dois longas
não são considerados o
início da onda de monstros,
só começando mesmo na
década seguinte com
o filme que já irei falar.






Drácula


Lançado em 1931, Drácula foi a primeira
adaptação oficial do famoso livro de
Bram Stoker e trazia
Béla Lugosi no papel título.


O filme mostrava o horripilante 
conde seduzindo jovens para se alimentar
de seu sangue, enquanto o professor
Van Helsing (Edward Van Sloan)
tenta enfrenta-lo.

Foi esse filme que criou a figura de
Drácula que temos até hoje.



(Béla Lugosi como Drácula.)











Frankenstein


No mesmo ano, a Universal lançou
outro filme baseado em um livro
que também entraria para a história
do cinema, Frankenstein baseado
na obra de Mary Shelley.

Tendo Boris Karloff
no papel do monstro que ficaria
com o visual eternizado.

Na trama o cientista
Henry Frankenstein (Colin Clive)
cria um monstro usando corpos
de cadáveres, porém sua criação
acaba saindo do controle.

Na minha opinião, Frankenstein é
um filme bem melhor que 
Drácula, mas isso é outra história.





( Boris Karloff é o monstro de Frankenstein.)












A Múmia


Em 1932, o senhor Karloff estrelou outro
filme de monstro da Universal: A Múmia.

Muitos antes de Brendan Fraser
e Tom Cruise terem problemas com
múmias ressuscitadas elas já
devam trabalho no cinema.

No filme Karloff vive 
Imhotep um sacerdote do
antigo Egito que tenta 
ressuscitar sua amada
princesa.

Porém seu sacrilégio é
descoberto e como
punição Imhotep é
mumificado vivo.

Séculos depois sua múmia
é encontrada e acidentalmete
ressuscitada.

Atuando agora com o nome
de Ardeth Bey,
Imhotep pretende ressuscitar sua
amada custe o que custar.





(Karloff vive a Múmia.)











O Homem-Invisível


Em 1933, outro filme baseado em um livro foi
lançado, dessa vez o Homem-Invisível 
baseado na obra de H.G. Wells.

Estrelado por Claude Rains
o filme conta a história de um
cientista chamado
Jack Griffin que descobre
a fórmula da invisibilidade e testa
em si mesmo.

Mais acaba enlouquecendo
quando não consegue voltar ao normal.

Na minha opinião, o Homem-Invisível 
é mais comédia que terror, vendo
as confusões que Griffin se mete
e as maneiras estúpidas que
as autoridades elaboram para
tentar pegá-lo.

Os efeitos especiais impressionam
pra época que foram feitos
(Lembre-se que estamos falando de um
filme de quase 90 anos) e
uma curiosidade é que o rosto de Rains
aparece apenas no final e por poucos
segundos.






(De perder a cabeça.)










A Noiva de Frankenstein


Em 1935 foi lançado o 
melhor filme de monstros da Universal (Sim ele é)
A Noiva de Frankenstein.


O longa mostra o Dr. Frankenstein 
(novamente vivido por Colin Clive)
sendo convencido pelo
perverso Dr. Pretorius (Ernest Thesiger)
a criar uma noiva para sua criatura.

A noiva vivida pela bela
atriz Elsa Lanchester
se tornou tão icônica quanto
o monstro.




(Uma beleza peculiar.)












O Lobisomem


Bem, depois da Noiva de Frankenstein, o estúdio andou
meio sem criatividade por um tempo, só fazendo
continuações dos longas anteriores,
como a Filha de Drácula (1936),
O Filho de Frankenstein (1939)
 e A Volta do Homem-Invisível (1940).

Até que em 1941, eles lançaram
um novo clássico, The Wolf Man
(O Lobisomem.)

Estrelado por Lon Chaney Jr.
filho de Lon Chaney 
(Lembra do Fantasma da Ópera do começo do texto ?)
o filme conta a história de Lawrence Talbot (Chaney Jr.)
que acaba sendo amaldiçoado com a transformação do
lobisomem.


O longa foi um dos primeiros á estabelecer
"as regras" do lobisomem, como
as transformações em noites de lua cheia
e a prata como ponto fraco.

Uma curiosidade, o lobisomem 
que passa a maldição para
Talbot, era um cigano
chamado Béla
que é vivido por...Béla Lugosi.







Lon Chaney Jr. é o lobisomem.)













O Fantasma da Ópera

"Espera aí, o Fantasma da Ópera de novo ?"

Você pode ser peguntar e eu digo que:
"Sim, de novo."

Em 1943, a Universal resolveu fazer um remake
da história do músico deformado e atormentado 
que viva nos subsolos da ópera de Paris.


O longa era estrelado por 
Claude Rains, sim o mesmo ator
que fez o Homem-Invisível anos antes.

Ao contrário dos demais filmes do
estúdio, o Fantasma da Ópera de 43
tinha bem pouco de terror na verdade.


Ele tava mais pra um drama,
com pitadas de romance, comédia
e até de musical, pois
há cenas bem longas
de ópera.


E outro fato marcante:

A película é
colorida.

Sim, essa versão do
Fantasma da Ópera
é em cores.

O que o faz ser bem diferente
do filme gótico dos anos 20.

O motivo disso é que o mundo vivia 
a Segunda Guerra, então resolveram
minimizar o horror no longa, já que
a vida real já tinha horror suficiente.




(Em cores)













O Monstro da Lagoa Negra


Em 1954 chegou o último monstro da Universal,
o nosso conterrâneo Gill-Man.

(É o Brasil sempre "bem" representado lá fora.)

A história se passa na Amazônia,
aonde um grupo de pesquisadores americanos
encontram uma terrível criatura anfíbia.


Naquela época o cenário de filmes de horror
já era bem diferente, os monstros
da Universal estavam já praticamente
extintos e os vampiros e lobisomens 
foram substituídos por montros
mutantes afetados por radiação
e alienígenas.

Percebendo isso, o estúdio
resolveu lançar o filme
nessa mesma pegada.



(A bela atriz Julie Adams em apuros com o Gill-Man.)












Remakes.


Depois do Monstro da Lagoa Negra, a Universal
não conseguiu mais emplacar nenhum monstro
e se afastou um pouco do gênero.

Suas criaturas sobrenaturais só
voltariam as telas de cinema no final dos anos 90.



Primeiro veio o
reboot da Múmia, lançado em
1999 e estrelado por Brendan Fraser.

O filme foi bem sucedido e virou
uma trilogia, porém esses filmes são
mais aventura e humor, do que terror em si.


Com a mesma pegada em
2004 saiu 
Van Helsing: O Caçador de Monstros,
com Hugh Jackman no papel principal.

O longa que juntava Drácula, Monstro
de Frankenstein e Lobisomem, 
teve uma recepção mista.



Em 2010, foi a vez
do Lobisomem ganha um
reboot em um longa bem
fiel á estética do original
e também bastante sangrento.

Benício Del Toro é o ator principal.




O último longa veio em 2014,
com Drácula: A História Nunca Contada.

Luke Evans protagoniza o filme
que deu ares de super-herói ao
vampiro mais famoso da ficção
e isso desagradou a crítica.

Tanto que esse filme deveria ter sido
o começo do
universo compartilhado de monstros,
mas a Universal mudou de ideia depois.








A Múmia e o Dark Universe


E finalmente chegamos ao mais recente filme
de monstros da Universal, o novo
reboot da Múmia.


Estrelado por Tom Cruise, o longa
é o início oficial do chamado
Dark Universe.

Um universo compartilhado de monstros
no mesmo estilo do Marvel Studios.



Porém, esse universo começou com
o pé esquerdo, já que o filme
é terrível.


Sem nexo, com história fraca
e uma forçação de barra
tremenda pra criar o universo
inteiro em um único filme.



Espero sinceramente que os próximos
filmes desse Dark Universe sejam
melhores.



E é isso galera, o artigo fica por aqui.




Até.




















































sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Blade Runner 2049: Crítica.


Verdade seja dita:

O primeiro Blade Runner é considerado hoje em dia
um clássico cult, mas na época de seu lançamento, 
ele foi um fracasso de público e crítica.

Isso explica a demora de 35 anos por um novo filme.

Mas adianto logo que valeu a pena
já que o novo filme é tão bom e profundo
quanto o original.





O novo protagonista é K (Ryan Gosling), um novo modelo
de replicante, criado para caçar versões mais antigas
e "aposentá-las".

Em uma de suas missões, ela acaba esbarrando
em algo que pode abalar a sociedade.

Para conseguir mais respostas, K
procura o antigo Blade Runner 
Rick Deckard (Harrison Ford).






Como no filme de 1982, Blade Runner 2049,
tem o ritmo lento e arrastado, tendo poucas cenas
de ação e focando mais na investigação e desenvolvimento
dos personagens.






Além do ritmo lento, muitas outras coisas
remetem ao primeiro longa, como as cores,
a trilha sonora, as cidades futuristas
e outros detalhes.



O elenco faz bem seu papeis,
Gosling convence como protagonista,
Ana de Armas faz uma personagem muito
interessante, Jared Leto está
ameaçador como Niander Wallace
e acho que não preciso falar do 
Harrison Ford não é ?






Blade Runner 2049 é um ótimo filme, mas
como o primeiro longa, 
não é um filme para qualquer um.













Título: Blade Runner 2049

Ano: 2017.

Direção: Denis Villeneuve.

Roteiro: Hampton Fancher e 
Michael Green.

Elenco: Ryan Gosling, Harrison Ford,
Ana de Armas, Robin Wright,
Jared Leto, Sylvia Hoeks,
Dave Batista, Edward James Olmos,
Carla Juri, Sean Young, entre outros.




Nota: 9/10















sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Personagens Gatas: Motoko Kusanagi.


Essa musa demorou pra aparecer aqui, mas chegou
a hora da redenção.

Com vocês Motoko Kusanagi a linda
protagonista de Ghost in The Shell.

Eu já falei bastante da
origem da Motoko
por isso agora vou me focar nesse
post no que interessa:
Mostrar a beleza dessa ciborgue.

Pois a Major é uma das personagens
mais desejadas pela "otakus velhos"
e sempre esbanjou sensualidade.

Por isso com vocês
a Major Motoko Kusanagi.








































Até.















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